estático, em cima de um trem.

 

eu sei que precisamos de metas, ambições, mas algumas vezes (e que isso não se transforme em rotina), devemos só deixar o trem nos levar a um caminho novo, enquanto apreciamos a paisagem.

aproveite esses momentos.

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Como você acha que vai estar o tempo hoje?

Como você acha que vai estar o tempo hoje?

“eu não sei”

Já parou para pensar que é possível simplesmente olhar para o céu, ver um pouco as nuvens, o clima e responder diferente? Algo como: “eu acho que será um tempo bom, tem poucas nuvens no céu, não está ventando muito.”

Qual foi a diferença nas duas respostas? A motivação. O interesse. Existem três estágios (no meu ponto de vista) para a solução de um problema:

  1. Descaso – Falta de conhecimento e interesse em entrar no assunto.
  2. Tentativa – Falta de conhecimento, talvez, mas interesse em conhecer o assunto, ou até mesmo interesse em continuar um papo agradável com uma pessoa que você se sente bem em estar junto.
  3. Sucesso – Conhecimento no assunto, motivação em explicar para outra pessoa, além de manter um papo agradável.

Tem uma frase do Tony Robbins que eu acredito ser de extrema importância:

“People are not lazy. They simply have impotent goals – that is, goals that do not inspire them.”

Vamos por exemplo, no meu caso… Quando me perguntam: “Marcelo, você viu que o time A ganhou do time B ontem?” Minha resposta, na maioria das vezes é: “Não vi, fulano. Mas me conte, foi um jogo bom?”. Percebeu a diferença da segunda parte da frase? O interesse movimenta as pessoas, estimulam elas, e além disso, aproxima. Se eu tivesse respondido somente “Não vi, fulano”, provavelmente o papo morreria aí. Ou imagina ainda se eu tivesse respondido “Vi sim, fulano. Inclusive, o jogador A poderia muito bem não ter jogado por causa do lance X, não acha?”. Parecem coisas simples, mas pare para analisar o impacto que você consegue causar nas pessoas dessa simples forma, mostrando interesse em coisas que ela possui interesse. Não estou aqui dando dicas de persuasão, apesar de saber que é exatamente dessa forma que funciona. Só quero estimular um pouco o pensamento do que temos a ganhar com simples coisas que deixamos passar.

Comecei a ler o livro da Paula Abreu (Escolha a sua vida) que fala um pouco da história dela, de como ela conseguiu mudar a vida dela, de forma a ajudar as pessoas, mostrando interesse verdadeiro. E como isso gera um fluxo de coisas boas. Veja o trailer abaixo:

Ainda não terminei, mas logo logo pretendo fazer um review da experiência e claro, pegar alguns insights e colocar nas minhas metas e planos. Quem tiver interesse em comprar o livro, não é caro, e pode ser vendido como ebook ou audiobook.

Ebook + Livro de Exercícios – https://go.hotmart.com/H5013275G
AudioBook + Livro de Exercícios – https://go.hotmart.com/G5013277B

Grande abraço!

MM

 

Gratidão! Difícil?

Gratidão! Difícil?

Oi, tudo bem? De passagem mais uma vez.

Estou lendo (não termina nunca, mas tenho absorvido muita coisa boa) o livro “A Lei do Triunfo”, do Napoleon Hill e me deparei em um capítulo que fala sobre gratidão. De acordo com o Google:

gratidão
substantivo feminino
  1. 1.
    qualidade de quem é grato.
  2. 2.
    reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor etc.; agradecimento.

A maioria das pessoas que eu questionei sobre gratidão respondeu a mesma coisa. Retribuição.

O ponto é que a maioria das pessoas só transmitem gratidão com coisas boas (benefício). Calma. Não estou dizendo que é para você agradecer um assaltante, agradecer coisas ruins que possam acontecer. Mas cá entre nós, todos os acontecimentos da vida possuem um aprendizado. Sim, sei que alguns vão falar que não tem aprendizado em um assaltante levar seu iPhone, mas será?

Por exemplo, você aprende que o caminho que você pega pode ser mais perigoso do que aquele outro, ou que andar com o celular na mão atrai (veja bem, atração é OUTRO ponto muito importante que não pretende falar aqui) a visão do assaltante, que te escolhe fácil, etc.

Enfim, não estou querendo entrar em detalhes do que é certo, errado, mas o fato é que as vezes nos esquecemos de gratidões por aprendizados da vida. Napoleon Hill, Adriano Silva,  Paulo Vieira, Carlos Hilsdorf, Carnegie, são pessoas que sempre estão falando a respeito disso. Gratidão é reconhecer as coisas que de alguma forma te ajudaram a ter insights, te ajudaram a sorrir, te ajudaram a lembrar de coisas boas, te ajudaram a se preparar para não cometer erros novamente. Isso é gratidão.

Pense bem no que isso pode ser útil. Agradeça. Seja grato.

Boa semana. 🙂

Qual o tempo certo?

Oi! Eu de novo. Dias corridos (trabalho, lazer, estudos, coisas normais da vida), mas sempre dá tempo de escrever alguma coisa aqui.

Esse mês a revista Vida Simples tem como matéria de capa “O Poder da Alegria”. Quem tiver oportunidade de ler, recomendo fortemente. Texto leve, com ideias sobre a ideia que temos que de o contrario de alegria é tristeza, quando na verdade é a falta de vitalidade (palavras de Mario Sergio Cortela), que faz com que seja difícil “remediar” sensações e sentimentos.

Mas isso não vem ao caso… foi outra matéria que me chamou atenção nessa edição. O título é “o tempo certo das coisas”.

Você já parou para pensar no tempo que perdeu pra fazer algo desnecessário? E no tempo que poderia ter perdido para algo realmente necessário? Claro que sim… somos movidos disso, não é mesmo? Em colocar como “desculpas”, a culpa no tempo. O que mais escuto hoje em dia é: “nossa, o dia deveria ter mais de 24 horas”, ou “putz, não consegui fazer nada no dia de hoje”; Será? E, se você parasse pra analisar o que você realmente fez? Um lado bom de trabalhar em uma empresa de consultoria que vende horas de serviço é esse. Você é “obrigado” a detalhar suas horas, e com isso consegue ver aonde você gastou seu tempo. De posse dessa informação, sua ansiedade (ok, não é o sentimento principal aqui, mas sempre falo nela) diminui um pouco, com a sensação de dever cumprido ou de ter feito algo útil no trabalho e no desenvolver da vida.

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Esse ano, definitivamente é o melhor ano da minha vida. Mudanças de emprego, novos amigos, conquistas (pequenas, mas significativas), família indo bem, enfim, sem preocupações que me circulavam tempos atrás. Se eu reclamo do tempo? Sim, claro. Reclamo mesmo sabendo que ele não passa rápido demais. É o mesmo tempo de ontem. E bate aquela sensação estranha de quem já tem 32 anos e gostaria de ter aproveitado mais. Isso é normal. E sempre digo que arrependimento não anda comigo. Deixei ele(a) em algum lugar que não conheço. Aproveito hoje as oportunidades, luto ainda com diversos defeitos, aflições, coisas da vida, do coração, mas mantenho o sorriso e vou levando. Afinal de contas, qual o tempo certo? Aliás… o que é certo?

Boa semana aí, povo!! E vamos sorrir mais!!

Vulnerável? Mas quem?

Você é vulnerável? Seja sincero.

Passei boa parte da vida lutando contra isso, é verdade. Muitos de nós vivemos assim. Mas vulnerabilidade está ligado a muita coisa. Meu maior defeito com a vulnerabilidade está ligada ao perfeccionismo. Principalmente no trabalho. Sempre fui muito “certinho” com processos, projetos, a ponto de morrer de ansiedade quando qualquer coisa foge do plano. E cá entre nós, as coisas SEMPRE fogem do plano. Mas vá falar para um ansioso perfeccionista isso. É sempre a mesma história: “Eu sei que não é certo ser perfeccionista, que temos que ter a mente aberta aos erros e sempre utilizar deles para uma melhoria contínua da vida” (bonito isso, né?). Mas palavras serão sempre fáceis de serem ditas.

O perfeccionismo não é o caminho que nos leva aos nossos talentos e ao sentido da vida; ele é um desvio perigoso.

Brené Brown – A Coragem de Ser Imperfeito

O livro em questão “A Coragem de Ser Imperfeito – Brené Brown” foi indicação de um vídeo do Seiiti Arata. Comprei ele em Novembro de 2015, mas deixei ele paradinho aqui, e todo dia eu olhava para aquela capa que me chamava a atenção no título. Em paralelo, eu tentava organizar a minha vida, planejava certificações, estudos, trocava de emprego, tirava umas férias de 2 meses, mas continuava com a idéia de que se eu não conseguisse cumprir aquilo tudo conforme planejado, tinha algo errado…

Mês passado comecei a ler o livro e uma das melhores passagens que eu li esse ano foi a seguinte:

O livro imperfeito que é publicado é melhor do que o livro perfeito que nunca saiu do computador.

Não estou aqui dizendo que o livro possui uma fórmula mágica de como viver bem, ou como viver sem vulnerabilidade (o que é também um risco), mas indico a leitura para que seja possível entender que existe uma balança a qual você pode seguir. Óbvio, ainda tenho muito caminho pela frente, mas já me livrei de alguns vícios que travavam o “desenrolar” de pontos importantes na minha vida.

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A quem interessar, o link do livro: http://www.buscape.com.br/a-coragem-de-ser-imperfeito-brene-brown-8575429582

E abaixo, um vídeo interessante sobre o assunto.

Grande abraço. 🙂

“Trabalhe” 4 Horas por Semana

Oi, tudo bem?

Sim, o título está correto. Trata-se de um livro que me interessou em Dezembro de 2015. Não pelo título em si, mas fiquei intrigado na proposta do Tim Ferris (até então não conhecia o autor). A primeira coisa que veio na minha mente foi:

Imagina a quantidade de gente que lê esse título e acha que é uma fórmula de trabalhar 4 horas por semana e no tempo restante, dormir, e gastar dinheiro…

Sério, a capa do livro e o título induz a esse tipo de pensamento (inclusive já ouvi piadas em alguns lugares por conta dele, mas relevo), porém acredito ser jogada de marketing, essas coisas…

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Ok, não é bem assim… fui direto ao prefácio e vi tratar-se de um livro sobre gerenciamento de tempo. Como uma pessoa que ADORA gerenciar tempo (veja bem, adorar não quer dizer fazer da melhor forma, mas estou melhorando, amadurecendo), comprei o livro e o coloquei na fila de espera (estava terminando o “Ansiedade Corporativa” e “O Poder do Hábito”). Comecei a ler no final de Janeiro, e já estou viciado na linguagem e métodos mostrados.

O livro conta a história de Timothy Ferriss sobre o método de vida que ele “desenvolveu” com base em análises comportamentais. Vai desde a posição de super-importante empresário que lia e respondia 300 e-mails e 100 ligações ao dia até o momento em que ele gera renda e lucro respondendo 10/20 e-mails por SEMANA. Ok, imagino que você deve ter feito uma cara de: “Hunrum, até parece.”. Eu também fiz, quando comecei a ler. Mas se você tem uma noção de administração, gestão de tempo, recursos e bom senso, vai ver que de fato, tudo isso é possível. A leitura é bem simples e bem separada por capítulos e tópicos, o que permite que você leia de pouco em pouco sem ter um impacto negativo na compreensão.

Ainda não terminei o livro, mas já indico a você que quer diminuir a ansiedade, melhorar os pontos de entrega no trabalho, relaxar um pouco e curtir essa divisão que é “Trabalho x Vida” de uma forma bem saudável.

Deixo abaixo um vídeo dele no Ted sobre confrontar o medo (dá para habilitar as legendas em CC). Tim hoje é conselheiro de grandes empresas, além de investidor e palestrante.

Bom carnaval a todos. 🙂

A Era Da Curadoria (ou o que se espera dela)

Oi! Tudo bem?

Na última viagem a Salvador (sabe como é, visitar famílias em épocas festivas), enquanto esperava o vôo ainda em Curitiba, olhando o feed de notícias no Facebook, um título de um livro chamou a minha atenção:

A Era da Curadoria – O que importa é saber o que importa!

O título me levou aos autores, o Mario Sergio Cortella e o Gilberto Dimenstein. Para quem não sabe, o Cortella é um filósofo e educador com várias publicações importantes na área, e o Dimenstein é o coordenador do site Catraca Livre, um site em que as notícias são realmente relevantes, utilizando de times em diversos locais em todo o país.

Bom, com essa dupla e com esse título, comecei a minha busca pelo livro. Procurei nas livrarias do aeroporto de Curitiba, aeroporto de Guarulhos, aeroporto de Salvador, e nada. Incrível, não? Um livro recente, com tanto nome, não ser encontrado facilmente… ah, antes que falem de Amazon, Kindle, pdf, … eu sou adepto ao livro físico! Me sinto muito mais confortável lendo dessa forma.

Cheguei em Salvador, fiz o papel social de visitar alguns amigos, rever e curtir todos os familiares com um olho sempre nas livrarias, em busca da curadoria (eu realmente me interessei por esse termo). De Salvador fui para Aracaju aonde em mais uma livraria de aeroporto o livro não estava disponível. Visitei mais duas livrarias em dois shoppings da cidade e nada. Nesse momento, pensei… vou ter que pedir via algum site para entregar em Curitiba. Mas eu realmente queria começar a ler esse livro o quanto antes.

Mais social feito com familiares, vamos voltar a Salvador. De volta, visitando a Saraiva no Shopping Salvador, comecei a procurar o livro na seção de filosofia (foi a primeira seção que achei ser possível encontrar)… quase que dada como “sem sucesso” essa minha busca, parti para a parte de sociologia… beeeeem naquele canto, beeeem escondido, eis que encontro o tal.

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Comecei  ler o livro lá mesmo, na livraria, sentado em um café “acoplado” a própria livraria… pedi um Dopio (meio que um expresso duplo), e já me encantei com a primeira frase do livro

Educar pela comunicação; Comunicar pela educação

A ideia do livro é um bate-papo entre os dois autores, um com o perfil mais de jornalista e outro com perfil mais da pedagogia. O termo curadoria, na verdade seria a palavra chave, associada aquela pessoa que distribui conhecimento, que faz a colaboração de informação com o intuito de gerar conhecimento.

Durante o decorrer do livro, encontramos debates sobre a velocidade da tecnologia, sobre o modo com as informações chegam e nos prendem com tanta coisa sem necessidade ou sem valor (lembrem-se, algo sem valor para você nem sempre é sem valor para outra pessoa, por isso a necessidade do filtro da informação relevante PESSOAL).

Bom, chega de spoiler… após o café, comprei o livro e estou quase finalizando a leitura. Minha percepção é de que é um livro excelente para as pessoas que querem entender o funcionamento das informações, ter uma visão mais profissional, digamos assim, desse big bang de informações. Deixo abaixo o link do Youtube do lançamento na Livraria Cultura, com a apresentação dos dois autores.

A Era Da Curadoria – Lançamento

Grande abraço!!

MM