Negócios… Mudanças… e o que esperar.

Mudar é preciso. Clichê, sabemos disso. A nossa busca constante pela felicidade (cada um com seu ponto específico sobre o que é isso) é algo que nos move a essas mudanças. As vezes sofremos com tudo isso. Ficamos eufóricos. Ansiosos. Enfim, uma mistura de sensações, desfrutadas cada qual a sua maneira.

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Esses dias ajudei um senhor de uns 70 anos a atravessar a rua e ele utilizou uma frase parecida com essa:

“que sorte a sua que ainda tem os cabelos bem pretinhos”

Apenas sorri e falei que os cabelos brancos são charme. E que já tenho alguns que apareceram da luta diária da vida. Na hora, não entendi muito bem o que ele quis dizer com isso, mas depois, pensando bem, acredito que na cabeça dele deve ter passado um filme da época em que ele era jovem (me achei O JOVEM agora). E se, de repente o que ele pensou foi: “nossa, que feliz que eu fui, aproveitei tudo na minha época…” ou “nossa, como eu poderia ter aproveitado mais naquela época…”. Nunca saberei.

Estou lendo um livro bem antigo, mas bem atual. Meio que uma bíblia de uma boa comunicação, de um bem-estar seja para intuito pessoal, empresarial, enfim… “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas (Dale Carnegie)”. Não preciso fazer resumo sobre a leitura. Basicamente, como diz o título, são pontos importantes que podem te ajudar a ser alguém melhor. E não, não é bullshit. É realmente algo importante e necessário no mundo.

Mas aonde relacionamos tudo isso a mudanças? Sério, preciso mesmo exemplificar? Já parou para analisar o quanto o seu bom humor, educação, preocupação atrai coisas boas? E o contrário também. Pare um pouco. Faça um teste. Trate as pessoas bem, aprenda a dar bom dia, obrigado. Importe-se com os outros.

Perdi muito contato com amigos de Salvador, Aracaju, São Paulo, quando mudei para Curitiba. Mas isso não quer dizer que não me importo com eles. Não é desculpa. Me dói as vezes não participar da vida deles, de saber como eles estão. Se casaram, se já tiveram filhos. Mas ao mesmo tempo, quando olho “posts” em Facebook, Instagram, vejo a felicidade nos olhos (acreditem, sou bom em perceber essas coisas) me traz um bem. Um simples: “Nossa, fulaninho, que top essa foto!!!” ou “Parabéns, fulaninho…” são palavras que para muitos soam como “falsas”, por aparecerem somente em datas festivas, mas não é isso. A lembrança, mínima que seja, é preciosa para as pessoas. E algumas precisam disso mais do que outras. A gente não sabe o que está passando nas vidas delas e de repente essa simples mensagem puxa outra mensagem e de repente, você está ajudando alguém.

Bom, o post é sobre mudança pelo simples fato de algumas mudanças que aconteceram na minha vida nos últimos anos. Amanhã completo 4 anos morando em Curitiba (cidade que sou apaixonado e todo mundo sabe disso). Olho para trás e vejo uma reviravolta sem tamanho em toda a minha vida. Seja pessoal, amorosa, profissional, tudo isso. Arrependimento? Nenhum. TODOS tiveram seus pontos positivos. Aprender a caminhar com as próprias pernas foi a melhor coisa que eu fiz. A saudade sempre vai existir, mas como diria Oscar Niemayer:

“Nossa passagem pela vida é rápida. Cada um vem, conta sua história, vai embora e depois ela será apagada para sempre. A vida continua.”

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Gratidão! Difícil?

Gratidão! Difícil?

Oi, tudo bem? De passagem mais uma vez.

Estou lendo (não termina nunca, mas tenho absorvido muita coisa boa) o livro “A Lei do Triunfo”, do Napoleon Hill e me deparei em um capítulo que fala sobre gratidão. De acordo com o Google:

gratidão
substantivo feminino
  1. 1.
    qualidade de quem é grato.
  2. 2.
    reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor etc.; agradecimento.

A maioria das pessoas que eu questionei sobre gratidão respondeu a mesma coisa. Retribuição.

O ponto é que a maioria das pessoas só transmitem gratidão com coisas boas (benefício). Calma. Não estou dizendo que é para você agradecer um assaltante, agradecer coisas ruins que possam acontecer. Mas cá entre nós, todos os acontecimentos da vida possuem um aprendizado. Sim, sei que alguns vão falar que não tem aprendizado em um assaltante levar seu iPhone, mas será?

Por exemplo, você aprende que o caminho que você pega pode ser mais perigoso do que aquele outro, ou que andar com o celular na mão atrai (veja bem, atração é OUTRO ponto muito importante que não pretende falar aqui) a visão do assaltante, que te escolhe fácil, etc.

Enfim, não estou querendo entrar em detalhes do que é certo, errado, mas o fato é que as vezes nos esquecemos de gratidões por aprendizados da vida. Napoleon Hill, Adriano Silva,  Paulo Vieira, Carlos Hilsdorf, Carnegie, são pessoas que sempre estão falando a respeito disso. Gratidão é reconhecer as coisas que de alguma forma te ajudaram a ter insights, te ajudaram a sorrir, te ajudaram a lembrar de coisas boas, te ajudaram a se preparar para não cometer erros novamente. Isso é gratidão.

Pense bem no que isso pode ser útil. Agradeça. Seja grato.

Boa semana. 🙂

Qual o tempo certo?

Oi! Eu de novo. Dias corridos (trabalho, lazer, estudos, coisas normais da vida), mas sempre dá tempo de escrever alguma coisa aqui.

Esse mês a revista Vida Simples tem como matéria de capa “O Poder da Alegria”. Quem tiver oportunidade de ler, recomendo fortemente. Texto leve, com ideias sobre a ideia que temos que de o contrario de alegria é tristeza, quando na verdade é a falta de vitalidade (palavras de Mario Sergio Cortela), que faz com que seja difícil “remediar” sensações e sentimentos.

Mas isso não vem ao caso… foi outra matéria que me chamou atenção nessa edição. O título é “o tempo certo das coisas”.

Você já parou para pensar no tempo que perdeu pra fazer algo desnecessário? E no tempo que poderia ter perdido para algo realmente necessário? Claro que sim… somos movidos disso, não é mesmo? Em colocar como “desculpas”, a culpa no tempo. O que mais escuto hoje em dia é: “nossa, o dia deveria ter mais de 24 horas”, ou “putz, não consegui fazer nada no dia de hoje”; Será? E, se você parasse pra analisar o que você realmente fez? Um lado bom de trabalhar em uma empresa de consultoria que vende horas de serviço é esse. Você é “obrigado” a detalhar suas horas, e com isso consegue ver aonde você gastou seu tempo. De posse dessa informação, sua ansiedade (ok, não é o sentimento principal aqui, mas sempre falo nela) diminui um pouco, com a sensação de dever cumprido ou de ter feito algo útil no trabalho e no desenvolver da vida.

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Esse ano, definitivamente é o melhor ano da minha vida. Mudanças de emprego, novos amigos, conquistas (pequenas, mas significativas), família indo bem, enfim, sem preocupações que me circulavam tempos atrás. Se eu reclamo do tempo? Sim, claro. Reclamo mesmo sabendo que ele não passa rápido demais. É o mesmo tempo de ontem. E bate aquela sensação estranha de quem já tem 32 anos e gostaria de ter aproveitado mais. Isso é normal. E sempre digo que arrependimento não anda comigo. Deixei ele(a) em algum lugar que não conheço. Aproveito hoje as oportunidades, luto ainda com diversos defeitos, aflições, coisas da vida, do coração, mas mantenho o sorriso e vou levando. Afinal de contas, qual o tempo certo? Aliás… o que é certo?

Boa semana aí, povo!! E vamos sorrir mais!!