Gratidão! Difícil?

Gratidão! Difícil?

Oi, tudo bem? De passagem mais uma vez.

Estou lendo (não termina nunca, mas tenho absorvido muita coisa boa) o livro “A Lei do Triunfo”, do Napoleon Hill e me deparei em um capítulo que fala sobre gratidão. De acordo com o Google:

gratidão
substantivo feminino
  1. 1.
    qualidade de quem é grato.
  2. 2.
    reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor etc.; agradecimento.

A maioria das pessoas que eu questionei sobre gratidão respondeu a mesma coisa. Retribuição.

O ponto é que a maioria das pessoas só transmitem gratidão com coisas boas (benefício). Calma. Não estou dizendo que é para você agradecer um assaltante, agradecer coisas ruins que possam acontecer. Mas cá entre nós, todos os acontecimentos da vida possuem um aprendizado. Sim, sei que alguns vão falar que não tem aprendizado em um assaltante levar seu iPhone, mas será?

Por exemplo, você aprende que o caminho que você pega pode ser mais perigoso do que aquele outro, ou que andar com o celular na mão atrai (veja bem, atração é OUTRO ponto muito importante que não pretende falar aqui) a visão do assaltante, que te escolhe fácil, etc.

Enfim, não estou querendo entrar em detalhes do que é certo, errado, mas o fato é que as vezes nos esquecemos de gratidões por aprendizados da vida. Napoleon Hill, Adriano Silva,  Paulo Vieira, Carlos Hilsdorf, Carnegie, são pessoas que sempre estão falando a respeito disso. Gratidão é reconhecer as coisas que de alguma forma te ajudaram a ter insights, te ajudaram a sorrir, te ajudaram a lembrar de coisas boas, te ajudaram a se preparar para não cometer erros novamente. Isso é gratidão.

Pense bem no que isso pode ser útil. Agradeça. Seja grato.

Boa semana. 🙂

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Vulnerável? Mas quem?

Você é vulnerável? Seja sincero.

Passei boa parte da vida lutando contra isso, é verdade. Muitos de nós vivemos assim. Mas vulnerabilidade está ligado a muita coisa. Meu maior defeito com a vulnerabilidade está ligada ao perfeccionismo. Principalmente no trabalho. Sempre fui muito “certinho” com processos, projetos, a ponto de morrer de ansiedade quando qualquer coisa foge do plano. E cá entre nós, as coisas SEMPRE fogem do plano. Mas vá falar para um ansioso perfeccionista isso. É sempre a mesma história: “Eu sei que não é certo ser perfeccionista, que temos que ter a mente aberta aos erros e sempre utilizar deles para uma melhoria contínua da vida” (bonito isso, né?). Mas palavras serão sempre fáceis de serem ditas.

O perfeccionismo não é o caminho que nos leva aos nossos talentos e ao sentido da vida; ele é um desvio perigoso.

Brené Brown – A Coragem de Ser Imperfeito

O livro em questão “A Coragem de Ser Imperfeito – Brené Brown” foi indicação de um vídeo do Seiiti Arata. Comprei ele em Novembro de 2015, mas deixei ele paradinho aqui, e todo dia eu olhava para aquela capa que me chamava a atenção no título. Em paralelo, eu tentava organizar a minha vida, planejava certificações, estudos, trocava de emprego, tirava umas férias de 2 meses, mas continuava com a idéia de que se eu não conseguisse cumprir aquilo tudo conforme planejado, tinha algo errado…

Mês passado comecei a ler o livro e uma das melhores passagens que eu li esse ano foi a seguinte:

O livro imperfeito que é publicado é melhor do que o livro perfeito que nunca saiu do computador.

Não estou aqui dizendo que o livro possui uma fórmula mágica de como viver bem, ou como viver sem vulnerabilidade (o que é também um risco), mas indico a leitura para que seja possível entender que existe uma balança a qual você pode seguir. Óbvio, ainda tenho muito caminho pela frente, mas já me livrei de alguns vícios que travavam o “desenrolar” de pontos importantes na minha vida.

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A quem interessar, o link do livro: http://www.buscape.com.br/a-coragem-de-ser-imperfeito-brene-brown-8575429582

E abaixo, um vídeo interessante sobre o assunto.

Grande abraço. 🙂

A Era Da Curadoria (ou o que se espera dela)

Oi! Tudo bem?

Na última viagem a Salvador (sabe como é, visitar famílias em épocas festivas), enquanto esperava o vôo ainda em Curitiba, olhando o feed de notícias no Facebook, um título de um livro chamou a minha atenção:

A Era da Curadoria – O que importa é saber o que importa!

O título me levou aos autores, o Mario Sergio Cortella e o Gilberto Dimenstein. Para quem não sabe, o Cortella é um filósofo e educador com várias publicações importantes na área, e o Dimenstein é o coordenador do site Catraca Livre, um site em que as notícias são realmente relevantes, utilizando de times em diversos locais em todo o país.

Bom, com essa dupla e com esse título, comecei a minha busca pelo livro. Procurei nas livrarias do aeroporto de Curitiba, aeroporto de Guarulhos, aeroporto de Salvador, e nada. Incrível, não? Um livro recente, com tanto nome, não ser encontrado facilmente… ah, antes que falem de Amazon, Kindle, pdf, … eu sou adepto ao livro físico! Me sinto muito mais confortável lendo dessa forma.

Cheguei em Salvador, fiz o papel social de visitar alguns amigos, rever e curtir todos os familiares com um olho sempre nas livrarias, em busca da curadoria (eu realmente me interessei por esse termo). De Salvador fui para Aracaju aonde em mais uma livraria de aeroporto o livro não estava disponível. Visitei mais duas livrarias em dois shoppings da cidade e nada. Nesse momento, pensei… vou ter que pedir via algum site para entregar em Curitiba. Mas eu realmente queria começar a ler esse livro o quanto antes.

Mais social feito com familiares, vamos voltar a Salvador. De volta, visitando a Saraiva no Shopping Salvador, comecei a procurar o livro na seção de filosofia (foi a primeira seção que achei ser possível encontrar)… quase que dada como “sem sucesso” essa minha busca, parti para a parte de sociologia… beeeeem naquele canto, beeeem escondido, eis que encontro o tal.

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Comecei  ler o livro lá mesmo, na livraria, sentado em um café “acoplado” a própria livraria… pedi um Dopio (meio que um expresso duplo), e já me encantei com a primeira frase do livro

Educar pela comunicação; Comunicar pela educação

A ideia do livro é um bate-papo entre os dois autores, um com o perfil mais de jornalista e outro com perfil mais da pedagogia. O termo curadoria, na verdade seria a palavra chave, associada aquela pessoa que distribui conhecimento, que faz a colaboração de informação com o intuito de gerar conhecimento.

Durante o decorrer do livro, encontramos debates sobre a velocidade da tecnologia, sobre o modo com as informações chegam e nos prendem com tanta coisa sem necessidade ou sem valor (lembrem-se, algo sem valor para você nem sempre é sem valor para outra pessoa, por isso a necessidade do filtro da informação relevante PESSOAL).

Bom, chega de spoiler… após o café, comprei o livro e estou quase finalizando a leitura. Minha percepção é de que é um livro excelente para as pessoas que querem entender o funcionamento das informações, ter uma visão mais profissional, digamos assim, desse big bang de informações. Deixo abaixo o link do Youtube do lançamento na Livraria Cultura, com a apresentação dos dois autores.

A Era Da Curadoria – Lançamento

Grande abraço!!

MM